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Dia da Síndrome de Down: Entenda tudo sobre a condição

“A Síndrome de Down é uma condição genética causada quando há um cromossomo a mais no par 21, a chamada trissomia do 21”, afirma o pós PhD em neurociências e especialista em genômica, Dr. Fabiano de Abreu Agrela No dia 21 de março…

Dia da Síndrome de Down: Entenda tudo sobre a condição

“A Síndrome de Down é uma condição genética causada quando há um cromossomo a mais no par 21, a chamada trissomia do 21”, afirma o pós PhD em neurociências e especialista em genômica, Dr. Fabiano de Abreu Agrela

No dia 21 de março, celebra-se o Dia Nacional da Síndrome de Down, uma data dedicada à conscientização e à promoção da inclusão das pessoas com essa condição genética. A Síndrome de Down, ou Trissomia do 21, ocorre quando há uma cópia extra do cromossomo 21, fazendo com que o indivíduo tenha 47 cromossomos ao invés dos 46 habituais.

Essa alteração afeta o desenvolvimento físico e cognitivo, mas, com o acompanhamento adequado, é possível garantir mais qualidade de vida e autonomia aos portadores da síndrome.

Como a Síndrome de Down afeta o organismo?

Os efeitos do desenvolvimento físico são os mais evidentes, incluindo traços faciais característicos, hipotonia muscular e um crescimento mais lento. Além disso, podem surgir complicações cardíacas, alterações gastrointestinais e problemas auditivos ou visuais.

O desenvolvimento cerebral e de funções cognitivas da pessoa com Síndrome de Down também é afetado, mas com acompanhamento correto é possível realizar algumas tarefas cotidianas normalmente”, explica o pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu.

Estudos indicam que as atividades cerebrais das pessoas com Down são diferentes nas regiões frontal e temporal, responsáveis por fala, memória e emoções.

“Isso pode desencadear transtornos como déficit de atenção e hiperatividade durante a infância e alterações de personalidade e perda de memória são comuns em fases mais avançadas da vida”, destaca Dr. Fabiano.

Sinais comuns da Síndrome de Down:

– Rosto arredondado e olhos puxados para cima;

– Hipotonia (diminuição do tônus muscular);

– Desenvolvimento motor e cognitivo mais lento;

– Problemas cardíacos congênitos;

– Maior propensão a dificuldades auditivas e visuais.

Tratamentos e qualidade de vida

A Síndrome de Down não tem cura, mas há diversas formas de estimular o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida dos portadores.

Uiara Zagolin

Editor, Na Mídia

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